Sociedad Extremeña de Estudios Portugueses y de la Lusofonía
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"AL LÍMITE"
I CONGRESO DE LA SEEPLU




Comunicaciones:


A-C

Adriano Milho Cordeiro (doutorando da Universidade de Coimbra): Classicismo e modernidade na obra de Hugo Santos.  >> ver resumen

Albano António Cabral Figueiredo
(Universidade de Coimbra): Imagens do espaço nas crónicas dos fronteiros de Ceuta de Gomes Eanes de Zurara.  
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Andrés José Pociña López (Universidad de Extremadura): A "língua de negro" na obra de Gil Vicente e a sua relação com os crioulos.  
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Carmen Mª Comino Fernández de Cañete (Universidad de Extremadura): Português língua materna e Espanhol língua estrangeira: assim se aprende a traduzir.  
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Carolina Gonçalves & Otília Costa e Sousa (Escola Superior de Educação de Lisboa): Ensino-aprendizagem do Português L2: necessidades e representações dos alunos.   >> ver resumen

Celeste Alves (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Na senda de uma nova identidade para a Escola Portuguesa: um projecto de supervisão pedagógica na língua materna.  
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Christina Ossenkop (Justus-Liebig-Universität Giessen): Contacto de lenguas en la frontera luso-extremeña: La situación del español y del portugués en la franja fronteriza de Cedillo, Valencia de Alcántara y La Codosera.   >> ver resumen

Cristina Almeida (doutoranda da Universidade da Beira Interior): A hora da banda desenhada: um capucinho vermelho multicultural.  
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D-I


Daniel Zubía Fernández (National University of Ireland): Isilda, el resplendor que desvaneció: O Esplendor de Portugal y los "não retornados".  
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Delfín Ortega Sánchez (Universidad de Extremadura): Imagen, imaginario e identidad en la cartografía histórica del Brasil colonial.  
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Dieter Messner (Universität Salzburg): La Guerra de las Naranjas de 1801 y su repercusión en periódicos austriacos contemporáneos.  
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Francisco Jiménez Calderón (Universidad de Extremadura): De las referencias literarias al cine como lenguaje: el "babelismo" de Oliveira.  
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Iolanda Ogando, Ana Belén García Benito & Maria Luísa Trindade Madeira Leal (Universidad de Extremadura):  Tratamiento de los contenidos culturales en los cursos on-line / multimedia de portugués con fines ocupacionales.  
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J-L


Jacques Songy (Universidad de Extremadura): A bagagem cultural do léxico - uma experiência em b-learning.  
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Joana Duarte Bernardes
(Universidade de Coimbra): Literatura, identidade e nação cívica: Almeida Garrett e o patriotismo das revoluções liberais ibéricas.  
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Joaquim Picado (doutorando da Universidade da Beira Interior): Português língua materna e língua não materna: assim se aprende a escrever.  
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Joaquín Villalba Álvarez (Doctor en Filología Clásica): Enseñanza de la cultura portuguesa a partir de textos latinos.  
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José Antonio González Salgado (investigador del Campo Arqueológico de Mértola): Tesoro léxico de la frontera hispano-portuguesa - Presentación del proyecto.  
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José Enrique Gargallo Gil (Universitat de Barcelona): Gallego y portugués en BADARE (base de datos sobre refranes del calendario y meteorológicos en la Romania).  
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José Ignacio Martín Galán (E.O.I. de Badajoz): Cantar ao limite.  
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José María Durán Gómez (E.O.I. de Navalmoral de la Mata): El 25 de Abril en la prensa regional extremeña.
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Juan M. Carrasco González (Universidad de Extremadura): Enclítico al participio.  
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Juan Manuel Vicente García (Universidad de Extremadura): Luso-e-xtremadura. Aproximación al lugar de Portugal en el imaginario.  
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Lígia Borges (Instituto Camões / Universidad de Extremadura): A teia das palavras.  
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Luísa Gama (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Os lugares do conto: Português língua não materna.
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Luiz Antônio da Silva (Universidade de São Paulo): Formas de tratamento: contraste entre Portugal e Brasil.
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M


Manuela Barros Ferreira (investigadora do Campo Arqueológico de Mértola): Apresentação do projecto "Língua e História na Fronteira Luso-Espanhola".  
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Marcos Antonio Rodríguez Piris (E.O.I. de Villanueva de la Serena): Literatura e pintura: A recepção da obra de Goya em Gémeos.  
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Maria Clotilde Barata & Maria da Graça Sardinha (Universidade da Beira Interior): Língua estrangeira e autonomia. Na senda de Holec.  
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Maria da Conceição Vaz Serra Pontes Cabrita (Universidad de Extremadura): O Grupo dos Exotéricos.
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Maria da Graça Sardinha (Universidade da Beira Interior): Português Língua Segunda: O caso de Cabo Verde.
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Maria da Graça Sardinha & Cesaltina Neves (Universidade da Beira Interior): Avaliação da oralidade: discursos (im)possíveis.  
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Maria de Fátima Ribeiro (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Metalinguística e ensino / aprendizagem da língua estrangeira.  
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Maria de Lourdes dos Anjos Marques Pereira (Universitat de les Illes Balears): Em viagem: das ilhas ao continente.  
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María Jesús Fernández García (Universidad de Extremadura): Imagologia teatral. Espanhóis e portugueses em palco.  
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O-S


Olívia Figueiredo
(Universidade do Porto): O cultural e o social na aula de Português Língua Estrangeira. O caso das expressões idiomáticas.  
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Paulo Osório (Universidade da Beira Interior): Perspectivas linguísticas em aquisição e aprendizagem de L2.
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Paulo Silva Pereira (Universidade de Coimbra): Escrita e projecto identitário no período da Monarquia Dual e no Portugal pós-restaurado.  
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Rosa Rato (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Ensinar português em escolas coloridas.
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Sandra Celia Hurtado Cardoso (Universidad de Extremadura): Programa de inmersión lingüística en portugués "Aprender divirtiéndose y aprender a divertirse".  
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Silvia Amador Moreno (Universidad de Extremadura): Estudio comparativo de las actitudes lingüísticas en la frontera extremeño-alentejana.  
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Susana Abrantes Pereira (E.O.I. de Navalmoral de la Mata): Chamar a música para a sala de aula.
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Susana Quesado (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Literatura infantil: uma nova realidade na escola portuguesa. Sophia de Melo Breyner Andersen e a construção de leitores.  
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T-X



Teresa Araújo (Universidade Nova de Lisboa): O romanceiro antigo: nos alvores da tradição em português.
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Vanessa Henriques Antunes (Universidade de Lisboa): Transcontextualidad de la materia tratadística e identidad visual.  
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Verónica Sánchez Ramos (Universidad de Extremadura): La presencia de Extermadura y la periferia peninsular en las antologías de poesía portuguesa traducidas en España en la primera mitad del siglo XX.  
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Xosé Afonso Álvarez & João Saramago (Centro de Linguística da Universidade de Lisboa): Áreas lexicais em zonas de fronteira: uma olhada para a Estremadura fronteiriça desde a geolinguística portuguesa.  
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Xurxo Fernández Carballido (Universidade de Santiago de Compostela): Ensinar Português na Galiza e na Estremadura. Algumas vantagens, diferenças e desafios.  
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Resúmenes:


Adriano Milho Cordeiro (doutorando da Universidade de Coimbra): Classicismo e modernidade na obra de Hugo Santos.

Hugo Santos é por excelência, um dos maiores poetas e romancistas portugueses da actualidade. Versejador fácil, “escriba” exímio, se lermos com atenção, a obra do escritor Campomaiorense, descobriremos com facilidade, raízes e matrizes clássicas e poderemos estabelecer analogias e paralelos muito significativos com os Amores e com a Arte de Amar de Ovídio. Para Hugo Santos tal como o Sulmonense, o amor é aventura, divertimento, erotismo, paixão, logo atino ou quiçá, às vezes desatino de corpos, sexo, sensualidade e luxúria, fulgor dos sentidos, fundir de alvoroços, emoções e afeições ternurentas e também usos, abusos e traições!... Ou ainda gérmen de um projecto!? Amanho estratégico e fortuito!? Entretenimento e sedução!? A sua obra ultrapassa largamente as fronteiras de Campo Maior e do Alentejo raiano, onde nasceu. Possuidor de uma vintena de grandes prémios literários portugueses, adorado por jovens adolescentes, o contacto com a profundidade e comoção da sua imensa obra marcam-nos para sempre.   

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Albano António Cabral Figueiredo (Universidade de Coimbra): Imagens do espaço nas crónicas dos fronteiros de Ceuta de Gomes Eanes de Zurara.

Gomes Eanes de Zurara, cronista-mor do Reino de Portugal no terceiro quartel do século XV, escreveu, entre outras obras, duas crónicas senhoriais sobre os dois primeiros fronteiros de Ceuta – a Crónica do Conde D. Pedro de Meneses, redigida entre 1458 e 1463, e a Crónica do Conde D.Duarte de Meneses, produzida nos anos de 1464 a 1468 –, que a comunicação inicialmente caracterizará.

Porque, por um lado, estes dois textos reflectem em uníssono uma muito coerente  concepção tardo-medieval de modelização do mundo ibérico que interessará fixar e porque, por outro, nas suas correspondentes propriedades sémicas e formais, naturalmente projectam imagens muito impressivas e realistas tanto dos espaços geo-políticos e culturais de origem como, e sobremaneira, dos então recentemente “ocupados” pelo mundo ibérico cristão, particularmente pelos portugueses – embora original e ainda medularmente impregnados por um profundo substrato de um “outro civilizacional” que não poderia ser rasurado –serão precisamente os modos, as fórmulas e as potencialidades estético-literárias da (re)construção cronística zurariana desses mesmos diferentes espaços e dessas mesmas imagens que a comunicação identificará e analisará, a partir de uma perspectiva que aceita o pressuposto de que a literatura convoca, gera e confronta identidades, ideários e imaginários, neste caso específico pondo em contacto o lugar fundacional de uma certa “lusofonia”, alguns dos outros reinos ibéricos e ainda o Norte de África.

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Andrés José Pociña López (Universidad de Extremadura): A "língua de negro" na obra de Gil Vicente e a sua relação com os crioulos.

Carmen Mª Comino Fernández de Cañete (Universidad de Extremadura): Português língua materna e Espanhol língua estrangeira: assim se aprende a traduzir.

Promover a integração da tradução como competência didáctica e formativa nos alunos de língua materna portuguesa ajuda a compreender a relação entre a língua, a cultura e a sociedade. No processo de ensino/aprendizagem do espanhol como língua estrangeira, a tradução desta língua próxima é proposta no âmbito das estratégias comunicativas, cognitivas e pedagógicas em geral. Neste trabalho complementamos a apresentação teórica com práticas didácticas.

(Volcer)

Carolina Gonçalves & Otília Costa e Sousa (Escola Superior de Educação de Lisboa): Ensino-aprendizagem do Português L2: necessidades e representações dos alunos.

Nesta comunicação, pretende-se apresentar os resultados de um estudo realizado com alunos em final da escolaridade obrigatória no sistema de ensino em Portugal. É objectivo, por um lado, conhecer as necessidades que os alunos imigrantes sentem na aprendizagem do Português como L2; por outro, conhecer também as suas representações acerca das estratégias de ensino-aprendizagem implementadas em sala de aula pelos professores de Língua Portuguesa. Para além disso, pretende-se fazer um levantamento de sugestões de estratégias de ensino-aprendizagem da L2 apresentadas pelos alunos e compará-las com as estratégias implementadas em sala de aula pelo professor de língua.

Num último momento, apresentar-se-ão estratégias de ensino-aprendizagem do português L2 que visem o sucesso escolar de todos os alunos.
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Celeste Alves (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Na senda de uma nova identidade para a Escola Portuguesa: um projecto de supervisão pedagógica na língua materna. 

Ajudar os estagiários a serem professores de língua portuguesa, com competências literárias e literácitas, numa escola que procura uma nova identidade, constitui para nós professores um grande desafio.

O trabalho que pretndemos apresentar parte, assim, de uma prática de supervisão pedagógica feita de forma artesanal para, posteriormente, ganhar uma outra dimensão, agora à luz de Stones, Sacristán, Vieira, entre outros.

Numa perspectiva reflexiva, visando a autonomia dos formandos e dos alunos que compõem as turmas, elaborámos um trabalho de investigação que procura entre outros saberes, o despertar de uma nova escola capaz de responder às necessidades que o momento actual exige.

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Christina Ossenkop (Justus-Liebig-Universität Giessen): Contacto de lenguas en la frontera luso-extremeña: La situación del español y del portugués en la franja fronteriza de Cedillo, Valencia de Alcántara y La Codosera.

Cristina Almeida (doutoranda da Universidade da Beira Interior): A hora da banda desenhada: um capucinho vermelho multicultural.

A escola portuguesa é actualmente frequentada por alunos de várias étnias. O capuchinho vermelho, enquanto veículo de muitas outras culturas, pode, efectivamente servir o desenvolvimento de competências várias.

A nossa comunicação apresenta uma sequência comparativa entre a BD e o texto narrativo convencional, bem como propostas de aprendizagem para o primeiro ciclo do ensino básico.

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Daniel Zubía Fernández (National University of Ireland): Isilda, el resplendor que desvaneció: O Esplendor de Portugal y los "não retornados".

En la obra de António Lobo Antunes, África constituye una constante temática. En esta comunicación se presenta un análisis sobre O Esplendor de Portugal, el plano y el modo en que la subjetividad de Isilda (madre de los tres hijos que están en Lisboa) se configuró en África y con su padre. Alejada de la imagen de la ‘Lição’, Isilda no abandona el lar angolano, es quien muestra la dualidad (pos)colonial por haber crecido en Baixa do Cassanje y experimentado de la mano de su padre la sociedad colonial salazarista así como, ya sola, la Angola poscolonial, es quién ‘permaneceu e compreendeu e morreu’ (Seixo, 2002, p.353).

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Delfín Ortega Sánchez (Universidad de Extremadura): Imagen, imaginario e identidad en la cartografía histórica del Brasil colonial.

Junto al documento escrito como fuente primera en la investigación histórica, resulta especialmente interesante el estudio de la imagen, entendida como testimonio de un discurso transmisor de singulares datos acerca de la construcción de los imaginarios sociales, la ordenación social del pasado, la conformación de una determinada identidad a partir de la alteridad y, en definitiva, de las formas de pensar y “ser pensada” la idea de pueblo en una determinada época.

Según estos planteamientos, nos centramos en la colonia americana de Portugal: Brasil. Para ello, tomamos como instrumento de análisis la cartografía histórica más próxima a su descubrimiento y colonización y sus representaciones iconográficas; iconos que, alejados del concepto de ilustración, se presentan creadores de nuevas realidades.
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Dieter Messner (Universität Salzburg): La Guerra de las Naranjas de 1801 y su repercusión en periódicos austriacos contemporáneos.

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Francisco Jiménez Calderón (Universidad de Extremadura): De las referencias literarias al cine como lenguaje: el "babelismo" de Oliveira.

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Iolanda Ogando, Ana Belén García Benito & Maria Luísa Trindade Madeira Leal (Universidad de Extremadura):  Tratamiento de los contenidos culturales en los cursos on-line / multimedia de portugués con fines ocupacionales.

El enfoque intercultural es el que, como autoras, hemos adoptado respecto a la inclusión de contenidos culturales en la elaboración de los cursos de portugués para fines ocupacionales: Portugués para Restauración y Servicio de Bar (A1- A2) y Portugués de Dependiente de Comercio (A1- A2). Enfoque que se concretiza en una cuidada selección de los contenidos lingüísticos, en la elección de personajes representativos de la sociedad portuguesa y lusófona actual, en las informaciones culturales que se ofrecen, o en las imágenes que se presentan. Todo ello con el objetivo de superar los prejucios y la parcialidad que generalmente caracteriza los manuales y otras herramientas de trabajo en relación a la cultura.La oportunidad de reflexionar sobre la propia cultura, junto con la preparación de los alumnos para comportarse de manera adecuada al entrar en contacto con miembros de otras culturas, nos parece fundamental teniendo en cuenta los colectivos profesionales –camareros, dependientes, atención al público– a los que se destinan los cursos, y el contexto fronterizo al que pertenecen –Extremadura–, donde la proximidad geográfica no siempre garantiza un mejor entendimiento de la cultura del otro.

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Jacques Songy (Universidad de Extremadura): A bagagem cultural do léxico - uma experiência em b-learning.

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Joana Duarte Bernardes (Universidade de Coimbra): Literatura, identidade e nação cívica: Almeida Garrett e o patriotismo das revoluções liberais ibéricas.
No calor da revolução liberal portuguesa, o jovem Almeida Garrett declamava, em Novembro de 1820, na ode Ao corpo académico: “Sejamos como sempre Portugueses / Vivamos livres... ou morramos homens”. Encontrar afinidades entre estes versos e a produção poética de vocação cívica, escrita no contexto das revoluções liberais de Portugal e Espanha, será o nosso objectivo. Em simultâneo, questionaremos o significado que a convocação da herança greco-romana assumiu na construção – literária e, consequentemente, identitária – de uma consciência patriótica de novo tipo, não só no plano político, mas também na relação de complementaridade entre o cânone literário neoclássico e a revolução romântica. Tudo isto dentro de um pano de fundo comum que traçou destinos político-liteários com evidentes similitudes em ambos os países.
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Joaquim Picado (doutorando da Universidade da Beira Interior): Português língua materna e língua não materna: assim se aprende a escrever.

As dificuldades associadas à expressão escrita de um grande numero de alunos que frequenta a escola portuguesa é um facto que não merece qualquer contestação.

Num país onde a diversidade cultural, aliada a problemas de vária ordem, vem aumentando ano após ano, impõe-se reflectir sobre o ensino/aprendizagem da escrita, quer numa perspectiva da produção quer numa perspectiva da recepção.

A nossa comunicação, alicerçada em perspectivas e modelos vários, analisa “tempos” e ”modos” de escrita em cenários formais, quer no âmbito do Português como Língua Materna, quer como Língua não Materna.
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Joaquín Villalba Álvarez (Doctor en Filología Clásica): Enseñanza de la cultura portuguesa a partir de textos latinos.
En esta comunicación se pretende establecer un puente entre la lengua latina y el portugués, tratando de acercar ambas lenguas indisolublemente unidas y familiarizando a los estudiantes de portugués con la lengua latina. Con esta intención procederemos al comentario de algunos textos latinos concernientes a la Lusitania romana y su incidencia en la cultura y la identidad típicamente portuguesas.
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José Antonio González Salgado (investigador del Campo Arqueológico de Mértola): Tesoro léxico de la frontera hispano-portuguesa - Presentación del proyecto.

Una de las líneas de investigación que actualmente se están desarrollando en el Campo Arqueológico de Mértola está dedicada al estudio de aspectos históricos y lingüísticos de la frontera hispano-portuguesa, y dentro de esta línea de investigación se inscribe el proyecto de realización de un tesoro léxico en el que se recopilen las palabras de origen portugués que han traspasado la frontera y se localizan en puntos de la geografía española.

En la presentación del proyecto se atenderá a los siguientes aspectos: objetivos que se persiguen con la recopilación léxica, metodología empleada para la recogida de materiales y fases previstas para el desarrollo de la investigación.
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José Enrique Gargallo Gil (Universitat de Barcelona): Gallego y portugués en BADARE (base de datos sobre refranes del calendario y meteorológicos en la Romania).
Pretendo mostrar la contribución gallega y portuguesa a la base de datos BADARE (http://stel.ub.edu/badare/), que alberga refranes del calendario a la vez que meteorológicos, así como refranes meteorológicos ajenos al ciclo anual, en las diversas lenguas y variedades de la Romania europea. Cada ficha de la base contiene: a) el texto del refrán; b) la variedad lingüística de referencia; c) traducción literal; d) cita literal de pasajes aclaratorios; e) comentarios adicionales, en los que tienen cabida posibles variantes próximas del refrán que encabeza la ficha y localizaciones que proporciona la fuente. Cada ficha incluye, además, asignaciones vinculadas a tres ámbitos temáticos (cronología, meteorología, ámbito temático general). Por ejemplo, la combinación de Todos los Santos (cronología) y nieve (meteorología) nos proporciona este par de refranes: Por Santos, aínda hai campos verdes e xa hai montes brancos (gallego). Pelos Santos, neve nos campos (portugués).
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José Ignacio Martín Galán (E.O.I. de Badajoz): Cantar ao limite.
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José María Durán Gómez (E.O.I. de Navalmoral de la Mata): El 25 de Abril en la prensa regional extremeña.

Con esta comunicación trato de analizar la información aparecida en los periódicos extremeños durante el 25 de abril y en los sucesivos meses. Igualmente se verá la información que existía sobre Portugal en los meses precedentes y en los siguientes a esta fecha.

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Juan M. Carrasco González (Universidad de Extremadura): Enclítico al participio.

La colocación de los pronombres átonos en la frase es uno de los elementos diferenciadores de la fala de Xálima hablada en San Martín de Trevejo, Eljas y Valverde del Fresno (provincia de Cáceres). Para algunos autores, demuestra la fuerte influencia castellana sobre este dialecto galaico-portugués. Para otros, en cambio, la colocación de los pronombres átonos deriva directamente de la sintaxis galaico-portuguesa antigua, la que existía en el siglo XIII, cuando los colonos gallegos se asentaron en esta comarca tras su reconquista definitiva. Un prueba que se aduce para defender el carácter autóctono de la colocación de los pronombres átonos en la comarca de Jálama es un caso ciertamente peculiar: el pronombre colocado enclítico al participio, en lugar de unirse al auxiliar de los tiempos compuestos. En este trabajo, sin embargo, llegamos a la conclusión de que tal fenómeno también tiene su origen en el castellano.

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Juan Manuel Vicente García (Universidad de Extremadura): Luso-e-xtremadura. Aproximación al lugar de Portugal en el imaginario. 

La siguiente comunicación intenta aproximarse al lugar de Portugal en el imaginario digital extremeño. A partir del concepto de imaginario tal y como lo entienden disciplinas como la literatura comparada o la historia sociocultural, desembocaremos en su actual plasmación digital en Internet. Tras una breve introducción teórica, abordaremos la configuración del imaginario extremeño tradicional, así como sus particularidades dentro del espacio digital, especialmente en lo relativo al plano institucional. A continuación, examinaremos la creciente presencia del país vecino en dicho imaginario digital extremeño tal y como es configurado por las instituciones autonómicas. Esta comunicación intenta, por tanto, indagar en las metamorfosis del imaginario luso-extremeño en la omnipresente red de redes.

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Lígia Borges (Instituto Camões / Universidad de Extremadura): A teia das palavras.

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Luísa Gama (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Os lugares do conto: Português língua não materna.

O conto tradicional,pelas características que o compõem pode servir as aprendizagens dos alunos de outras etnias que actualmente frequentam a escola portuguesa.

As actividades que nos propomos apresentar, neste congresso, visam desenvolver a competência comunicativa dos alunos, bem como a compreensão do texto escrito, articulando-as, em simultâneo, com o modelo proposto por Van Dijk e Kintsch.
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Luiz Antônio da Silva (Universidade de São Paulo): Formas de tratamento: contraste entre Portugal e Brasil.

O tratamento é um sistema de significação que contempla diversas modalidades de dirigir-se a uma pessoa. Trata-se de um código social que, quando se transgride, pode causar prejuízo no relacionamento entre os interlocutores.

Ainda que utilizem o mesmo código – a língua portuguesa -, Portugal e Brasil apresentam um sistema de tratamentos diversificado. Isso se deve a fatores sociais, geográficos, históricos e culturais que influenciaram a língua portuguesa falada em Portugal e no Brasil ao longo do tempo.

O objetivo deste trabalho é fazer algumas considerações e estabelecer comparações entre as formas de tratamento no português europeu e no português brasileiro. Como corpus utilizaremos peças de teatro da literatura portuguesa e da literatura brasileira.
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Manuela Barros Ferreira (investigadora do Campo Arqueológico de Mértola): Apresentação do projecto "Língua e História na Fronteira Luso-Espanhola".

Projecto nascido em 2004 no Campo Arqueológico de Mértola, destinado a aproximar os pontos de vista linguísticos do saber histórico sobre a ex-fronteira. A primeira tarefa deste projecto consistiu na elaboração de uma extensa bibliografia sobre a Língua, a Cultura e a História de uma faixa de cerca de 60 km ao longo da fronteira Norte-Sul. A segunda, em curso, consiste no levantamento de incógnitas relativas às linguagens fronteiriças e na despistagem dos problemas resultantes da situação de risco em que  algumas delas se encontram. Parte-se do princípio de que qualquer dessas linguagens constitui, em si própria, um testemunho histórico passível de interpretação. Esta comunicação constitui uma primeira abordagem apelando à participação de linguistas e historiadores na discussão de assuntos específicos.

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Marcos Antonio Rodríguez Piris (E.O.I. de Villanueva de la Serena): Literatura e pintura: A recepção da obra de Goya em Gémeos. 

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Maria Clotilde Barata & Maria da Graça Sardinha (Universidade da Beira Interior): Língua estrangeira e autonomia. Na senda de Holec.

O ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira requer metodologias específicas. Baseando-nos em Holec e Vieira entre outros autores, apresentamos um trabalho em sala de aula que procura desenvolver a autonomia dos alunos.

A nossa proposta assenta numa grelha de actividades inseridas nas metodologias dos autores supracitados, que para além de outros parâmetros, incluem a avaliação das mesmas pelos alunos.

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Maria da Conceição Vaz Serra Pontes Cabrita (Universidad de Extremadura): O Grupo dos Exotéricos.

Nascido no seio da Academia coimbrã, cultiva a manifestação pública intempestiva, a teatralidade da pose e da expressão. Com humor e certo sarcasmo, procura chamar a atenção, irritar a massa amorfa e conformista da opinião pública.

Constituído por um grupo de colegas e amigos do curso de Direito (1906-1911) e tendo, no início, tendências puramente literárias com antecedentes em António Nobre é sob o magistério do Conde de Monsaraz, Manuel da Silva Gaio e Eugénio de Castro que surgem alguns dos nomes mais representativos da tendência lusitanista do Neo-Romantismo português.

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Maria da Graça Sardinha (Universidade da Beira Interior): Português Língua Segunda: O caso de Cabo Verde.

A língua é um capital simbólico, cuja posse interfere na qualidade de vida dos individuos. Em Cabo Verde, a língua portuguesa enquanto língua segunda necessita um saber e um saber fazer especificos inscritos em verdadeiros actos de ensino e aprendizagem, no contexto escolar formal que, por sua vez, não podem alhear-se dos contextos sociais.

A nossa comunicação tem por base um quadro de acção para o professor, no que concerne ao desenvolvimento de competências dos alunos que finalizam o segundo ciclo do ensino básico.

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Maria da Graça Sardinha & Cesaltina Neves (Universidade da Beira Interior): Avaliação da oralidade: discursos (im)possíveis.

A portaría nº1322/2007 vem legitimar em 25% a avaliação sobre os géneros públicos e formais do oral na disciplina de língua portuguesa, cujo carácter transversal ao currículo é hoje assumido de forma indiscutível.

A presente comunicação mostra como a autoscopia pode funcionar como prática de auto-avaliação, no que concerne às estruturas dos discursos.

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Maria de Fátima Ribeiro (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Metalinguística e ensino / aprendizagem da língua estrangeira.

A metalinguística e o ensino da língua estrangeira implica dois pressupostos: O primeiro remete para a importância do ensino da língua estrangeira cujas práticas pegagógicas exigem o conhecimento de teorias actuais, onde o exercício mecânico de tradução está completamente ultrapassado. O segundo, que igualmente nos parece de máxima importância, coloca a tónica na situação vivida em Portugal, onde de uma língua de escolha obrigatória, até aqui o inglês, passamos a assistir ao fenómeno da escolha do espanhol.

A nossa comunicação tem como base a planificação de uma aula de língua estrangeira, cujos parâmetros atribuem à metalinguística um lugar de permanência.

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Maria de Lourdes dos Anjos Marques Pereira (Universitat de les Illes Balears): Em viagem: das ilhas ao continente.

O trabalho de indagação que nos permite esboçar os contornos da identidade cultural portuguesa implica embarcar numa viagem pela sua literatura, marcada por itinerários errantes, de partidas e de regressos; no trajecto vamos vislumbrando representações e só uma focalização mais aproximada da realidade nos permitirá obter imagens mais nítidas. É nesse sentido que nos interessa compreender até que ponto as vozes que provêm da literatura insular, longe de uma ideia redutora de isolamento, não constituem um princípio fundamental na construção de uma imagem hegemónica dessa unidade cultural portuguesa, rumo a um contexto universal e de modernidade. Numa primeira etapa de uma longa viagem que temos por diante, gostaríamos de nos deter principalmente na obra de João de Melo e, sem poder deixar de tocar outras obras suas, abordando em particular O Homem Suspenso e O Mar de Madrid.

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María Jesús Fernández García (Universidad de Extremadura): Imagologia teatral. Espanhóis e portugueses em palco.

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Olívia Figueiredo (Universidade do Porto): O cultural e o social na aula de Português Língua Estrangeira. O caso das expressões idiomáticas.

Partindo de um material de consulta básico, Dicionário de Expressões Idiomáticas, de Ana Belén Benito, e considerando que a dimensão social e intercultural deste tipo de expressões constitui um eixo relevante para o desenvolvimento da competência léxico-semântica, pretende-se fazer uma análise contrastiva português-espanhol de um conjunto destas expressões, mostrando como tais unidades são inseparáveis da pautas de condutas e de formas de vida.

Esta interconexão entre linguagem e mundo, entre função cognitiva e função comunicativa, enfatiza e potencia o contraste entre características culturais da língua materna do aluno que é, no contexto desta análise, o español, e as da língua meta, o português.

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Paulo Osório (Universidade da Beira Interior): Perspectivas linguísticas em aquisição e aprendizagem de L2.

Muitos têm sido os diferentes enfoques conceptuais na distinção entre Língua Materna (LM), Língua Segunda (L2) e Língua Estrangeira (LE). Pretendemos, assim, com base em exemplos concretos, proceder a essa diferenciação, tentando defender que para a maioria dos jovens imigrantes em Portugal a língua portuguesa funciona como L2. Servir-nos-emos de critérios psicolinguísticos e sociolinguísticos.

Também algumas vozes discordantes se têm insurgido na distinção entre Aquisição e Aprendizagem. Partiremos, deste modo, de diferenciações epistemológicas básicas, defendendo-se uma perspectiva integrada dos dois termos aquando da sua aplicação em sala de aula.

Após uma definição dos conceitos anteriormente enunciados, faremos um bosquejo das teorias linguísticas, em nosso entender, fundamentais na aquisição e aprendizagem de L2. Em fase final, procederemos a uma aplicação prática, em termos pedagógicos, nomeadamente no que respeita à aquisição e aprendizagem de estruturas gramaticais de alunos de português L2.

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Paulo Silva Pereira (Universidade de Coimbra): Escrita e projecto identitário no período da Monarquia Dual e no Portugal pós-restaurado.

Pela mesma altura em que se assistia a um intenso movimento panfletário para reforçar a legitimação jurídica e simbólica da causa brigantina, tinha lugar na cena cultural portuguesa uma dinâmica de reivindicação identitária que tanto podia passar pela glorificação da língua-mãe, como pelo sistemático elogio de referências e de valores que integravam o fundo patrimonial da Nação. Por ser relevante sob o ponto de vista quantitativo, mas sobretudo estratégico no que toca à afirmação dessa ‘comunidade imaginada’ (Stuart Hall), justifica-se revisitar, nomeadamente com o apoio de instrumentos de análise do campo dos Estudos Culturais, um lote de textos que concorrem para a celebração das «excelências de Portugal» (expressão que Sousa de Macedo utiliza no título de uma obra que publica em 1631 – Flores de España Excelencias de Portugal – e que urge reler). Poder-se-ia ainda citar, a este propósito, o Catálogo de autores portugueses que Faria e Sousa pretendia levar a cabo (mas que só parcialmente conseguiu realizar), o Theatrum Lusitaniae litterarium sive Bibliotheca scriptorum omnium lusitanorum de João Soares de Brito (obra concluída em meados do século XVII, mas que não chegou aos prelos), a Biblioteca lusitana de João Franco Barreto (que permaneceu igualmente inédita), o “Discurso político das artes que deve haver na linguagem para ser perfeita, e como a Portuguesa as tem todas e algumas com eminência de outras línguas” que Severim de Faria incluiu entre os seus Discursos vários políticos (Évora, 1624), para já não falar de outras que pertencem a uma fase cronologicamente anterior (Magalhães de Gândavo ou Duarte Nunes de Leão). Sendo a nossa primeira e mais valiosa revisão crítica da produção de autores antigos e modernos, com a vantagem de se apresentar em «modo familiar, amigo e inteligível», especial atenção merece o Hospital das Letras de D. Francisco Manuel de Melo. Não esconde o autor o desígnio de valorizar o património nacional, em contexto muito delicado como já se viu, salvando do esquecimento obras de reconhecido valor e promovendo junto dos seus pares uma política de estudo e de divulgação. Semelhante intuito militante também move outros autores, como é o caso de Jacinto Cordeiro, tanto no seu Elogio dos Poetas Lusitanos (1631) – resposta à visão empobrecida que do meio intelectual português teria dado Laurel de Apolo de Lope de Vega –, como ao longo da sua produção dramática. Também a frequência com que se processa o diálogo com a obra camoniana e com o mito que em torno do poeta se foi constituindo, em inúmeros palcos de criação, não pode ser ignorada, até pelo seu efeito mobilizador no plano anímico e no plano simbólico. Pese embora o esforço patriótico, muitos não hesitaram em recorrer ao castelhano, por se tratar de uma língua de maior difusão no espaço internacional, o que vem demonstrar, a par de outras circunstâncias que teremos em conta, que está em causa em todo este período um movimento tensional entre herança e fractura, entre partilha de um espaço comum linguístico, mas sobretudo cultural, e vontade de assinalar a marca diferencial a nível identitário.

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Rosa Rato (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Ensinar português em escolas coloridas.

Quem é professor de língua portuguesa que o Séc.XXI exige, é o trabalho que pretendemos apresentar.

Na senda do Relatório para a UNESCO, da Comissão Internacional sobre Educação para o Séc.XXI, é na óptica de autores como Patrício, que sempre defendeu uma escola multicultural, que reflectimos sobre aspectos e modelos que o ensino/aprendizagem da língua portuguesa exige, ao ser aprendida por falantes oriundos de outras culturas.

Uma escola cultural, pluridimensional, diferente da escola unicultural e curricular, onde o ensino do português possa atingir outras dimensões é o cerne da presente comunicação.

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Sandra Celia Hurtado Cardoso (Universidad de Extremadura): Programa de inmersión lingüística en portugués "Aprender divirtiéndose y aprender a divertirse".

El desarrollo del “Programa de Inmersión Lingüística en Portugués” tiene como principal objetivo reforzar e incrementar los conocimientos y la motivación de los participantes (Alumnos de distintos centros de nuestra región de Educación Primaria) por la lengua Portuguesa, a través tanto de lecciones teóricas como de aplicaciones prácticas, empleando como hilo conductor del programa las aventuras del quijote en portugués. Se intenta compaginar lo propiamente docente con la diversión característica de unas vacaciones (realizando actividades de ocio); gracias a una convivencia diaria de los participantes con el equipo técnico se favorece a una práctica diaria y fluida del idioma . Mediante la combinación de las actividades mencionadas se pretenderá no sólo aumentar los conocimientos del idioma en los participantes, sino también crear un ambiente distendido y dinámico, así como fomentar su interés en las culturas e idiomas extranjeros.

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Silvia Amador Moreno (Universidad de Extremadura): Estudio comparativo de las actitudes lingüísticas en la frontera extremeño-alentejana.

El presente estudio acomete un análisis de estudio sociolingüístico sobre las actitudes lingüísticas en el sector sanitario Extremeño-Alentejano. Para ello escogemos a un grupo de hablantes de varios Centros de Salud y del Hospital Infanta Cristina, ambos de Badajoz. La metodología que utilizaremos será realizada a través de un muestreo aleatorio simple. La técnica con la que llevaremos a cabo dicha investigación será el cuestionario, propio de esta disciplina. Con él que pretendemos contribuir a la descripción de las actitudes y de los cambios de actitudes que actualmente se producen en la frontera. Precisaremos exhaustivamente en qué medida existe relación entre los fenómenos linguísticos y sociales, y por qué motivo se producen.

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Susana Abrantes Pereira (E.O.I. de Navalmoral de la Mata): Chamar a música para a sala de aula.

El arte en general es uno de los mejores recursos que un profesor tiene para captar la atención de un alumno. La música, en particular, al unir ritmo, harmonía y palabra puede ser muy provechosa a muchísimos niveles: nos ayuda en la audición (porque el ritmo y la rima permiten comprender y asimilar sonidos que al hablar no son tan claros), nos ayuda como punto de partida (hay canciones que nos cuentan historias y nos permiten encontrar un antes y un después de lo que nos está siendo contado), nos acerca a la cultura de la que es vehículo privilegiado, aprendemos vocabulario, y tantas y tantas otras utilidades que nos pueden, como profesores, servir como recurso de acercamiento al alumno y para permitirles aprender con más placer.

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Susana Quesado (doutoranda da Universidade da Beira Interior): Literatura infantil: uma nova realidade na escola portuguesa. Sophia de Melo Breyner Andersen e a construção de leitores.

A presença da literatura infantil é hoje um realidade nas práticas lectivas. Apesar de contestada por alguns enquanto verdadeira literatura, apoiamo-nos em Cerrillo(2002) e em Colomer(2006) e propomo-nos desenvolver uma panóplia de actividades, cuja finalidade é formar leitores.

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Teresa Araújo (Universidade Nova de Lisboa): O romanceiro antigo: nos alvores da tradição em português.

Os testemunhos mais antigos do conhecimento do romanceiro tradicional em Portugal encontram-se na interpolação de versos de diferentes temas nas letras nacionais dos séculos XVI-XVII. A maior parte deles aparece em castelhano, mas alguns figuram já em português, facto que revela o processo de nacionalização da herança tradicional castelhana e a formação da tradição portuguesa. Esta comunicação pretende contribuir para a identificação de alguns dos romances que, nesse período, seriam já cantados ou recitados em língua nacional e reflectir criticamente sobre a funcionalidade da incrustação dessas formas poéticas nas respectivas obras historiográficas, líricas e dramáticas.

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Vanessa Henriques Antunes (Universidade de Lisboa): Transcontextualidad de la materia tratadística e identidad visual.

El vínculo entre el arte de la pintura y la tratadística relacionados con ella es un fenómeno de multiculturalismo que suele interpretar. Los tratadistas, en el intento de traducir en palabras la forma de ejecución del lenguaje universal de las imágenes, suelen hacer una correlación con los términos técnicos de su realidad lingüística, sino también la adaptación de otros idiomas. Importa así comparar términos técnicos y materiales entre la tratadística portuguesa con la de origen español y su contribución a la lengua portuguesa, en lo correspondiente a la pintura, lenguaje de identidad y transcontextualida.

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Verónica Sánchez Ramos (Universidad de Extremadura): La presencia de Extermadura y la periferia peninsular en las antologías de poesía portuguesa traducidas en España en la primera mitad del siglo XX.

Una de las formas más comunes de publicar la poesía traducida es la antología. Las antologías ofrecen muestras representativas de la historia literaria, ejemplos de la estética de un grupo o una tendencia e incluso funcionan como motores de consolidación de las literaturas nacionales.

La primera mitad del siglo XX es un período donde existe una gran producción antológica y, en el caso concreto que nos ocupa, resulta de especial interés la significativa presencia extremeña, tanto en la figura del antólogo Enrique Díez-Canedo como en la edición de alguna antología de poesía traducida en Badajoz. Sin duda, el carácter transfronterizo de algunas regiones, como Extremadura, u otras relacionadas política e ideológicamente, como Galicia y Cataluña, las situará en un lugar privilegiado para la recepción y difusión de la literatura lusa.

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Xosé Afonso Álvarez & João Saramago (Centro de Linguística da Universidade de Lisboa): Áreas lexicais em zonas de fronteira: uma olhada para a Estremadura fronteiriça desde a geolinguística portuguesa.

Esta comunicação tem como objecto apresentar as designações recolhidas para diferentes conceitos lexicais em localidades de Extremadura pesquisadas para o Atlas Linguístico-Etnográfico de Portugal e da Galiza (ALEPG). Estas designações serão comparadas com as recolhidas noutros pontos do ALEPG, próximos mas situados já em território português e com material dialectal de zona estremenha, especialmente o estudado por José Antonio González Salgado na sua tese de doutoramento.

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Xurxo Fernández Carballido (Universidade de Santiago de Compostela): Ensinar Português na Galiza e na Estremadura. Algumas vantagens, diferenças e desafios.

Ensinar a língua portuguesa é uma paixão que se deve profissionalizar e melhorar no dia-a-dia, para isso é necessário conhecer os espaços sociais e sociolinguísticos concretos nos quais se desenvolvem as aulas.

Esta comunicação pretende analisar a grandes traços algumas diferenças entre o ensino da língua portuguesa na Estremadura espanhola e na Galiza. Quer dizer, num mesmo teórico espaço fronteiriço as necessidades no ensino e aprendizagem são muito diferentes, porque a situação política e linguística dos dois territórios é diferente e também as relações que com Portugal se estabelecem, sejam estas reais, teóricas ou simbólicas.


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